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A cumplicidade entre trabalhadores e empresários na violação das regras de distanciamento social

Publicado em 29/07/2020 às 15:35



O decreto selado pelo governo do Estado no último final de semana foi a pá de cal em qualquer medida de controle da pandemia, como, em verdade desejava o governo central.
Alguma racionalidade ainda existe no Consórcio Nordeste, mas, nas demais partes do país, com uma inovação denominada de “platô vertical” o que se constata é alguma estabilidade nos números da pandemia.
Fica nítida a impressão de que a população se acostumou a um número cabalístico, ao redor de 1.100 mortes por dia, sem sequer olhar para a totalização ou qualquer tipo de projeção para as próximas 100 mil mortes que se aproximam velozmente.
Governadores e prefeitos fazem decretos e outras medidas com o único objetivo de se proteger contra eventuais ações ou interferências do Ministério Público ignorando que a ausência de força e o poder cogente para cumprir decretos significam um estímulo à desobediência.
Stress pandêmico e outras desculpas são usadas para a natural indisciplina do povo brasileiro que não se incomoda sequer com metas de inflação ou o cumprimento ou não de orçamentos ou a aplicação de verbas para investimento em vacinas e outras atividades científicas.
O enfrentamento à pandemia se resume a oferecer um leito hospitalar ou uma unidade de terapia intensiva onde o paciente, sob manejo e suporte clínico poderá ter a oportunidade de esperar por uma resposta imunológica do próprio corpo.
A diferença entre a vida e a morte é, singelamente, esta oferta do leito hospitalar ainda que já se saiba que muitas Unidades de Tratamento Intensivo podem até constar de estatísticas, mas, não existem anestésicos e compostos curarímicos para a última tentativa de suporte à vida que é a intubação e a ventilação pulmonar assistida.
A TRAGÉDIA NÃO É UMA DISPUTA ENTRE A SAÚDE E ECONOMIA, MAS A CUMPLICIDADE DOS TRABALHADORES E EMPRESÁRIOS. OS PRIMEIROS RECEBERAM VALORES, A TÍTULO DE AUXÍLIO EMERGENCIAL, PARA REDUZIREM AO MÁXIMO A CIRCULAÇÃO DE PESSOAS FICANDO EM CASA O MAIOR TEMPO POSSÍVEL.  OS EMPRESÁRIOS, SE EXERCEM ALGUMA TAREFA MAIS ARRISCADA, É A DO MAIS TOSCO FECHAMENTO DE CAIXA.
A RESPONSABILIDADE COLETIVA TERMINA NUM SÓ LUGAR: NO BOLSO.
CEMITÉRIO APENAS PARA OS DESAFORTUNADOS QUE MORREM NA SOLIDÃO E SEQUER SÃO VELADOS QUANDO CONDUZIDOS À SEPULTURA.

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