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Represália dos aplicativos na greve dos entregadores

Publicado em 03/07/2020 às 13:43



iFood, (ái fúdi) Uber Eats (ú ber íts), Rappi (rá pi) Loggi (ló gui) procuraram por todos os meios quebrar a unidade dos entregadores, mas, o movimento ganhou corpo em diversas capitais do país.
As empresas se referem aos “motoboys” como parceiros quando pagam apenas R$ 3,50 por corrida sem qualquer tipo de contribuição social, seja previdência, fundo de garantia ou seguro, sob a argumentação de que se tratam de “autônomos” quando, na verdade, todos guardam vínculos com os aplicativos.
Os motoboys que estão prestando sobrecarregados de entregas neste período de pandemia deram uma nova cara às grandes cidades que já não funcionam sem esses entregadores pelo congestionamento das vias públicas.
Eles entraram na rotina das cidades e são hoje profissionais extremamente necessários. Entregam alimentos, documentos e remédios independente das condições climáticas e das próprias adversidades que são obrigados a enfrentar no cotidiano.
Os entregadores conseguiram se organizar sob a forma de Associações e receberam a compreensão da sociedade que se vale dos serviços desses entregadores. Resta, agora, encontrar algum tipo de validação ao trabalho que desempenham, pois, ficam numa zona cinzenta em que não são parceiros como dizem os aplicativos e, também, não são empregados ou sequer autônomos como prevê o texto de lei.
NESTES TEMPOS DE PANDEMIA LEMBRE-SE:
VOCÊ É RESPONSÁVEL POR SI PRÓPRIO, PELOS FAMILIARES, PELOS PRÓXIMOS E PELA SOCIEDADE EM QUE VIVE.
EVITE AGLOMERAÇÕES.
LAVE AS MÃOS COM FREQUÊNCIA OU USE ÁLCOOL EM GEL PARA DESINFECÇÃO.
USE MÁSCARA COBRINDO A BOCA E O NARIZ.
PROTEJA-SE!

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