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Brasil adere a testes para a vacina Oxford

Publicado em 29/06/2020 às 17:50



Há 241 propostas de vacinas já circulando mundo afora, inclusive uma de produção nacional, usando vírus inativados numa abordagem tradicional para a fabricação de vacinas e para as quais o Brasil tem um amplo programa de imunização.
Além de uma vacina própria, mais demorada, o Brasil se associou a Universidade de Oxford, no Reino Unido e aos Laboratórios AstraZeneca para, em associação com o Biomanguinhos, testar, adquirir 70 milhões de doses e iniciar a produção dessa vacina em nosso país.
Como ainda é um país onde há um surto a atingir o pico, o Brasil foi escolhido para testes clínicos da fase 3, ou seja, aqueles nos quais se inclui uma faixa de idade ampla, pessoas de tipos diferentes para se testar a eficácia, segurança das vacinas e possíveis efeitos colaterais.
Assim que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizar os protocolos, o Brasil começa a vacinar 3.000 pessoas, a maioria profissionais da área de saúde por terem mais possibilidades de contato com os vírus, sendo 2.000 em São Paulo e 1.000 no Rio de Janeiro, locais onde a pandemia continua se alastrando.
Os vacinados serão acompanhados periodicamente para analisar a produção de anticorpos para o novo coronavírus e quais os efeitos colaterais que essas vacinas podem provocar ainda que saiba, em testes menores, que já foi constata dor no local da aplicação da vacina e elevação da temperatura corporal entre outros sintomas já conhecidos.
Os anticorpos produzidos revelaram capacidade de proteção nos testes anteriores e agora se procura determinar a duração e a formação de uma memória nas células de defesa do organismo capazes de protegerem contra uma infecção.
O Brasil comprou, adiantadamente e a título de pesquisa, 70 milhões de doses da vacina que começarão a chegar ao Brasil no mês de dezembro, janeiro e ao longo de 2.021 para a vacinação de grupos determinados segundo a faixa de risco.
As possibilidades de que a vacina seja eficaz são bastante promissoras e, por esse motivo, o Brasil adquiriu, também, unidade fabril para ser agregada ao Biomanguinhos para a produção da vacina no Brasil.
A vacina será um trabalho conjunto com a Faculdade Oxford, do Reino Unido, do Laboratório AstraZeneca, sueco-britânico em convênio com a Fundação Osvaldo Cruz no Brasil e os laboratórios e centros de pesquisa a ela associados.
Taí uma boa notícia para esta segunda-feira.
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